"COMO PREVISTO, A SITUAÇÃO TENTE A PIORAR E, DIANTE DISSO, A RECOMENDAÇÃO É QUE HAJA ESTOQUE PRINCIPALMENTE DE ÁGUA E DE ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS!" (comentário de Fernando Heráclito no Facebook) Minha resposta: Os abastados e alguns outros podem estocar, para que os desavisados, principalmente a gadaiada-zumbis (submissos à bestialidade dos vícios e escravizados a todo tipo de consumismo alienante da própria consciência) utilizarão da violência para, em 'arrastões', saquearem os alimentos estocados pelos "prevenidos".
Outro extremo: Por exemplo, os possuidores de terras, se esquecem que do solo brota todo tipo de cultivo orgânico ( auxiliado pelas tecnologias divulgadas no YOUTUBE). Então, mesmo os burareiros do Sul da Bahia onde chove quase todo dia, preferem deixar suas terras aos cuidados de meeiros os quais privilegiam a extração das palmeiras e frutas nativas sem repor outra árvore no lugar, portanto como há séculos, continua aquela cultura do extrativismo porque os donos de terras ainda estão esperando se aposentar - estando vivo - para ir cuidar dos remanescentes recursos que restaram em suas áreas rurais. Atualmente, prevalece a povoação dos sítios nas zonas rurais das metrópoles como RJ, SP, BH porque o que eles cultivarem é próximo das feiras e CEASAS para venderem suas hortaliças, verduras e frutos. O governo acha que apenas o tal empréstimo do PRONAF dá para fomentar tudo que precisa ser monitorado e recuperado, reposto no meio rural. Sabemos que toda lavoura é dinâmica, o mato cresce a cada chuvarada em torno das matas continentais, por exemplo, aqui em Maraú-Sul da Bahia (Costa do Dendê), chove todas as noites o ano todo porque ainda resta pelo menos 5% de Mata Atlântica (a ser preservada). De modo que além do PRONAF, os Agricultores Familiares merecem ter uma assistência técnica (ATER só mediante Edital pelo INEMA/MMA); uma ATER específica para quem tem até três módulos rurais (20+20+20) com mais efetividade e sem tanta burocracia. Quero me aposentar para ir, juntamente com os conhecedores dessa Sustentabilidade, iniciar uma estruturação básica e para isso necessitamos de cotistas (como divulgado aqui no Sistema de Comuna do Ivan Curtz. Mas enquanto as ideias permanecem estáticas nas documentações das legislações do Novo Marco Regulatório da Sociedade Civil Organizada (NMRSCO) vamos mergulhando em mais processos burocráticos acessíveis apenas por pessoas que têm tempo, veículo, gasolina, celular, internet, computador, impressora, e leitora-pesquisadora dessas "inovações" intelectualísticas dos procedimentos para se conseguir um empréstimo do BNDES ou BB.
Os abastados e alguns outros vão estocar, para que os desavisados, principalmente a gadaiada-zumbi (submissos à bestialidade dos vícios e escravizados a todo tipo de consumismo alienante da própria consciência); para que a galera se organize em 'arrastões', para saquearem os alimentos estocados por esses que vivem entre grades, alarmes e portões desse submundo dos bunkers. Na realidade, quem vive numa cadeia?
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